Apresentar a revista Mais Alentejo, para mim, “inventor” e fundador deste produto jornalístico, significa revisitar a minha vida, enquanto homem ligado ao Alentejo (onde tenho profundas raízes familiares) e jornalista com quase 40 anos de actividade profissional. De facto, o projecto Mais Alentejo confunde-se, entrelaçando-se, com o meu dia-a-dia, desde 1994, altura em que decidi lançar em terras alentejanas uma publicação jornalística que, pelo menos, fosse tão boa como o que de melhor existe a nível nacional, até aos dias de hoje.
Quando troquei, em finais de 1994, a “grande cidade” de Lisboa – onde nasci e me fiz jornalista – pelo Alentejo, não imaginava o quanto essa opção iria ser determinante, principalmente, a partir de Julho de 2000 quando o projecto Mais Alentejo, depois de ser jornal, passou a centrar-se na actual revista. Agora, olhando para trás, vejo a parte mais rica da minha vida.
Tornei-me alentejano de corpo e alma (e tanto isso me aproxima de meus pais, ambos falecidos, quando eu tinha somente 29 anos), tornando-me um combatente pelas causas do Alentejo. Profissionalmente, aprendi e cresci imenso, pondo em prática tudo o que sei e posso – embora seja daqueles que advogam ser sempre possível fazer mais e melhor –, entregando-me ao trabalho com o maior dos empenhos e determinação, bem como com renovada e, permanente, infinita paixão.

Integrando o universo das publicações consideradas de “grande informação”, ou seja, cujos assuntos e temas abordados são genéricos e variados, a revista Mais Alentejo, em termos da respectiva linha editorial, privilegia a independência jornalística e o pluralismo de opinião, nomeadamente, nas áreas da política, da religião, da sociedade ou quaisquer outras, pautando os conteúdos pelo código deontológico que rege, em Portugal, a actividade dos jornalistas.
Com a qualidade (sempre) em primeiro lugar, a revista Mais Alentejo tem procurado, desde a edição número um, afirmar-se pelos caminhos da inovação e da criatividade, não somente no que aos conteúdos diz respeito, mas, igualmente, no que se relaciona com a concepção gráfica, o design e a paginação.
O objectivo resume-se numa frase directa e frontal: Queremos ser os melhores! Dizendo de uma outra forma, lutamos por ser, edição após edição, a publicação sedeada no Alentejo com maior índice de qualidade e reconhecidamente a “bandeira” que leva a nossa região a todo o lado.

Definimo-nos como uma revista de “prazeres” – em cujas páginas podem ser encontrados(as) produtos, marcas, projectos, eventos e actividades, que o Alentejo tem para oferecer a todo o país –, dando “voz” à gastronomia, aos vinhos, aos azeites, aos enchidos, presuntos e às carnes do Alentejo, aos queijos, ao turismo, aos alojamentos e aos percursos, mas também à cultura, às artes e ao património, bem como às tradições e aos costumes das nossas gentes, sem esquecer os temas sociais. Por falar em prazeres, o maior deles, para mim, será ir constatando serem cada vez mais os(as) leitores(as) de uma revista pensada e produzida em prol de um jornalismo de qualidade, que dê gozo folhear e ler.

É esse convite ao prazer que, aqui, lhe deixo, especialmente a si.

Leia Mais Alentejo!

António Sancho
Director
Desde Julho de 2000, até hoje, muitos e variados foram os momentos marcantes no percurso trilhado pela nossa revista. A história de um qualquer projecto, não fugindo obviamente a Mais Alentejo a essa regra, é feita, pedra sobre pedra, por uma equipa de várias pessoas, pelo que será da mais elementar justiça lembrar todos(as) os(as) que integraram a revista e que, por esta ou aquela razão, já dela não fazem parte. A todos, uns a mais e outros a menos, a Mais Alentejo está agradecida pelo contributo que deram à história da própria revista. Agradecimento extensivo - e aqui por maioria de razões - à actual equipa, de resto, onde marcam presença colaboradores de indubitável qualidade.

Momentos mais marcantes:

Fundação da revista A primeira edição da revista Mais Alentejo deu à estampa em Julho do ano 2000, desde logo, representando uma aragem de refrescante ar puro no panorama da imprensa portuguesa, nacional e não regional, pois a revista, embora com sede no interior do país, destina-se a todo o país.

Vencer as dificuldades A revista nasceu da ideia de editar um produto jornalístico que soubesse afirmar-se pela qualidade e que nada ficasse a dever ao que de melhor se publica em Portugal. O único capital que possuía, aquando da fundação, chamava-se trabalho. Trabalho, mais trabalho, muito empenho e redobrada determinação, apimentada com uma imensa dose de paixão.

Qualidade reconhecida e aplaudida Bastaram meia dúzia de números para que vários sectores da sociedade portuguesa, designadamente, ligados ao universo da imprensa e da comunicação social em geral, aplaudissem a qualidade da revista, cujo reconhecimento público não tardou.

Roteiro Dormidas & Manjares Desde 2007, inclusive, que a Mais Alentejo edita, em conjunto com a revista, um guia inteiramente dedicado ao universo dos alojamentos (hotéis, turismo de habitação e rurais) e restaurantes existentes em toda a vasta região alentejana. Chama-se Roteiro Dormidas & Manjares e tem sido um enorme sucesso editorial, conforme comprova a procura crescente por parte do público.

Gala dos Prémios Mais Alentejo A ideia fervilhava já no pensamento do nosso director quando, em 2000, a Mais Alentejo foi lançada, a saber, em paralelo e em simultâneo com a edição de uma revista que soubesse afirmar-se pela qualidade e excelência, conseguir realizar uma gala anual que reunisse e premiasse o que de melhor existe no Alentejo, ou ligado ao Alentejo (personalidades, instituições, empresas e entidades), nas artes, cultura, desporto, lazer, turismo, empresas, política e sociedade em geral. A primeira Gala dos Prémios Mais Alentejo ocorreu em 2002, para nunca mais parar. De resto, nos últimos anos, mercê da notória projecção que o evento ganhou a nível nacional, os prémios têm vindo a distinguir personalidades de destaque em todo o país.

Prémio Gazeta do Clube de Jornalistas Momento alto no percurso trilhado pela revista Mais Alentejo. O Prémio Gazeta do Clube de Jornalistas, indubitavelmente o mais prestigiado a nível nacional do sector da comunicação social, foi atribuído à nossa revista, em 2007, em cerimónia presidida pelo Presidente da República. Uma noite inesquecível para a Mais Alentejo.

Venda e número de leitores Os números oficiais, disponibilizados pela Urbanos Press (distribuidora), são claros como água. A revista Mais Alentejo é a publicação sedeada em terras alentejanas que mais vende na "banca" e maior número de leitores possui. Por outro lado, é a única publicação alentejana que tem distribuição a nível de todo o território português, estando presente em cerca de três mil pontos de venda.

Longevidade Os 15 anos que já leva de vida fazem da Mais Alentejo um caso raro no panorama da imprensa cuja sede está situada fora de Lisboa, Porto ou outros grandes centros populacionais, realidade que ganha ainda mais expressão considerando o cenário da imprensa sedeada em terras alentejanas. De facto, nas décadas mais recentes vários foram os projectos jornalísticos, com sede no Alentejo, cujo percurso foi interrompido pelo fecho, regra geral, ditado por falta de condições financeiras. Por isso, apesar das dificuldades financeiras serem de grande monta, a longevidade da Mais Alentejo, somente por si, constitui um feito notável. Ainda por cima, tendo a revista a qualidade que unanimemente lhe é reconhecida.
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